A vida como uma roda gigante, por vezes embaixo, por vezes em cima.
Os relacionamentos humanos estão caminhando com o desenvolvimento rápido da humanidade, e falso progresso afetivo.
As grandes mídias, TV e Rádios,e pessoas sem formação ampla, estão dentro dos meios de comunicação,e estão transformado histórias de relacionamentos, num circo de horrores.
Outro dia uma enquete de rádio perguntava a seus ouvintes se uma moça de 22 anos que apanhava do namorado, estava certo ou errado, ou a amiga deveria contar ou não a seus pais?
Onde estão esses pais que deixam uma moça chegar roxa em casa e nada veem?
Que amor é esse que malgrada? Pode não!
São muitas questões afetivas envolvidas nesses assuntos, não pode ser uma opinião popular singular com alguns telefonemas que simplesmente resolverão a questão ou só a opinião do próprio radialista. Bem como acontece na televisão. Um autor não consegue sozinho chegar a audiência, ele precisa de uma equipe que pensa, analisa e reflete o texto escrito. Tudo deveria ser feito por grupos.
Eu acredito que a manipulação da mídia para os números de audiência e os indicadores do público alvo, deveriam ser reanalisados.
A imprensa e a televisão por anos nos fizeram engolir informações desnecessárias e com subterfúgios entranhando nossa "goela abaixo". Considero que nessa vida as informações tem que ser filtradas e analisadas em equipes multidisciplinares. Chega do olhar leigo, e desse olhar só do poder, chega de olhares que não enxergam a nossa grandeza e só pensam na ganância e dinheiro. Muitos jornalistas já receberam por tantos anos, para dizerem só aquilo que estão sendo pagos para dizer. O controle do poder está ai mesmo, em nossa televisão.
Um absurdo nesses anos e anos, e ainda continuar dessa forma.
Estou solicitando mudanças radicais.
Agora estão pedindo que as pessoas em seus bairros façam matérias, é claro, com certeza sem ganhar nada por isso, só pela honra de estar na TV??? Ou no jornal? Mas ao menos é uma iniciativa mais realista e fidedigna da vida.
Um circo de horrores do século passado, volta em cenas presentes, entre radialistas e a TV nacional.
Não é isso que queremos, queremos a verdade de notícias, chega de falso jornalismo, mesmo que contrariando o maior idealizador dessas falsas notícias, como diria o "Nélson Rodrigues" “Sou um suburbano. Acho que a vida é mais profunda depois da praça Saenz Peña. O único lugar onde ainda há o suicídio por amor, onde ainda se morre e se mata por amor, é na Zona Norte”.
As verdades estão aparecendo, as cartas postas nas mesas, vamos continuar nesse caminho, onde mesmo sendo Ex-Presidente, as verdades apareçam.
"E a dívida de imposto, da famosa rede de TV, aos nossos bancos públicos?? Quem vai investigar?
Bom dia
Diana Balis. Rio de Janeiro, 2015.
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