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Deep Freeze Congelados

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Sonho, Praias Cariocas, Praia Vermelha.
13Jan2018 08:18:22
Publicado por: Diana Balis

 

Praia_Vermelha_Rio_de_Janeiro.jpg

Vento forte, apalpo as areias da praia vermelha.

Movem-se todos os personagens do passado na roda da vida.

Morros de bondinhos, sob as cabeças desavisadas e retorcidas.

Refaço o percurso do Caminho do bem-te-vi
olhando o mar.
 
Respiro e ouço as ondas, vida à passar. 

Descalça na pedra, alimento o prazer de amar.

Um dia qualquer, essa pintura capturada na foto, revolta o sonho.

Diana Balis, 13 de Janeiro de 2018.



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Verdade
12Jan2018 02:15:56
Publicado por: Diana Balis

5103fcd153e5c0bce790e0b6bcd0b285.jpgVerdade:

Ter pais casados por 60 anos.

Considerar que se viveu 400 anos.

Ter felicidade, ainda que existam os políticos corruptos e seus seguidores... 

Ter esperança, ainda que tarde, agora já são no Brasil, meia noite e passaram mais de 24 horas. 

Amar, e ter vontades nas madrugadas, como cantar e dançar em sua própria casa. 

Importam esses outros descontentes e desavisados, que de tanto tenho para amar e oferecer, a alegria e a retribuição à vida! 

Que vida!  Gente!

O enlouquecimento de tantos, tem-me feito bem e causa danos. 

Um tão querer, que nem de mim oculto! 

Um bem viver, sem sentido algum... 

Minutos importam, e a existência perene...Também!

Vê, tem vida aqui e ali! que segue;

Mesmo que nem me alcance tanta saúde ou felicidade.

Há Arte em criar as oportunidades de dizer que o amor existe. 

Onde! Como! 

Todos estão completamente atados, entre as amarras que nem reconheço como minhas. 

Vida perene, e a  calma de todo dia, me abala e diz: 

Calar, faz parte de algo menor, quer dizer: tudo o que penso, persegue,

Pensar é tudo o que posso dizer nesse tempo, onde: 

Homens e Mulheres, vivem num deserto desconhecido, como o desenho de impressões incompletas.

Nada se encaixa como num quebra-cabeças.

Tudo apenas  persiste, e a vida segue, e daí! 

Somos seres da eterna insegurança e esperança que persiste, atados ao passado, relegados ao futuro sem presente.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2018.



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Nada vejo, nada falo eu escuto
10Jan2018 06:03:15
Publicado por: Diana Balis

treapor.jpgVejo pessoas divididas num Pais de fome. Brasilize*! 

Vozes gritam pelos cantos a liberdade de viver com qualidade, onde! 

TVs com programas de religiões, como se a fé de um povo, fosse apagar os estragos e danos vividos e realizados por políticos e corruptos, fazem anos. 

São muitos, são tantos, que temos um silêncio imbuído na verdade nem dita, reprimida, guardada. 

Olho para os lados, ontem, nada podiam dizer, e hoje! 

Poderemos falar, será! Você vai votar, em quem confiará! 

Medidas emergenciais necessárias para uma saída de emergência, num país em crise, 

Pela crise criada por pessoas gananciosas e maléficas ao povo. 

O povo calado! 

Vivemos para acordar cedo e irmos ao trabalho, quando não chove e nossos pés estão cobertos com as lamas dos outros, 

Não é o povo sem educação, é a elite que deseja o povo sem educação, 

Não é um povo miserável, é a elite que governa o Brasil que deseja o povo sem casa, sem assunto, sem comida, sem terra, sem nada. 

Calados, sem visão de futuro, sem ver nada de bom para ler nos jornais, ver nas TVs, e aceitar, sem ter tudo que se deseja, mas eles votam, o povo escolhe seu Presidente, Prefeitos, Governadores, Deputados, Vereadores, mas esses são contra o povo. 

Solução para a crise, tem! 

Mudanças:

Escolher quem nunca foi político na vida antes.

Fazer das praças e locais abertos, salas de leituras e discussão ao ar livre. 

Trazer para os locais públicos, além de arte nos bairros, leituras, debates e atividades de integração, filosofia e formação de pensadores, e resgate de autoestima, associação de ideias. Criação com construção. Ação. Construir um país pelas beiradas. 

Sabe como é!

 

Atitute!

Diana Balis, Rio de Janeiro, 9 de janeiro de 2018.



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Telhado de Vidro
07Jan2018 09:48:49
Publicado por: Diana Balis
clarice_sabedoria_8.jpgTraçados e mouses nas mãos que manuseiam os vigores da vida, o alimento.

Mulheres descabelam-se por tantas tarefas, mas querem fazer sexo.

Homens honestos e felizes, por tanta fartura de vida, comida e sexo.

Verdades e mentiras, todos desaprenderam a amar.

Ambos querem ser felizes, sucedidos, equilibrados, e fazerem amor.

Necessitamos voltar ao tempo de reflexão.  

A sociedade avançou nos relacionamentos, nas expectativas, no feminismo, será!

Caminhar olhando as novas possibilidades de vida.

Sair em busca de seu verdadeiro sentimento, e não de falsas sensações obsoletas. 

Conceitos mudam, preconceito desconsidera, porém existem. Mas para ser diferente, temos que ter ações

Congruentes com a vida. Todos precisam de teto, alimento e amor.

O corpo é a nossa casa, nossa estrutura formada, pensamentos, ações, emoções e atitudes para com o outro. 

Estamos criando seres sem sentimentos, sem estímulos, sem atitudes. Apáticos!

Procurar o verdadeiro significado e a sensação de sua vida, já! Para ontem!

Não somos repetidores, e máquinas obedientes.

Vivendo, aprendendo, errando, tentando, mas refletir sobre o que se deseja, e não o que desejam que façamos,

Não é não!

Dizer não, é fundamental. Quase ser sobrevivente, um sem lugar, sem alimento, sem alma, um ser invisível...

Você que teve educação, dinheiro e amor, está na hora de tomar uma atitude e reagir,

Faça a revolução de sua vida e existência, reconsidere que erramos em tudo e recomece. Desistir jamais!

Viver é ótimo!

Precisamos otimizar o tempo perdido e irmos a luta! Nunca ouvi frase tão antiga e ideal nos tempos de hoje.

Pare de olhar o telhado de vidro e vamos a construção do real valor que importa a vida.

Mãos a obra. Você se merece!

Diana Balis, Rio de Janeiro, 7 de janeiro de 2018.

Minuto silente
04Jan2018 09:00:27
Publicado por: Diana Balis

 hqdefault.jpgPovo que admira estátuas de bronze


Caminha com seus cães pela orla

Aplaude o por do sol e a fotógrafa só sorrindo

Pedintes nas ruas, em todos os lugares, em todo país!

Brasil rico no misere!

Vou cantar para Vinícius o amor a terra pátria mãe!

Amor nesse tempo de cólera! 

Todos estão calmos, olhando os fogos da Cidade Maravilhosa!

Tantos tiros e ladrões por aqui!

Por ali também...

Boas novas, anos de elegermos mais uma # * tralha!

Conhece o ditado que diz:

Mais verbas e sempre menos educação, o povo, pão e circo.

Ignorância perdure, o que é bom, dura pouco e haja! Temos ainda o deduro.

Peço então um minuto silente.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 2018

Calma
31Dez2017 07:19:55
Publicado por: Diana Balis

clarice_lispector_rio.jpgBrande o tempo com súplica

Névoas nem reparam os tecidos puídos 

Roer unhas de anseios numa expectativa sorte

Avisos ao léu e pés acelerados no motor

Cante uma só vez, e me acorde mais tarde.

Vejo que as nuvens nem amanheceram,

Novo dia, e novos números.

Hoje a matemática do amor, está multiplicando, fogos já apavorando a cachorra,

A solitária visão de futuro, é incerta...

Nada se compara com o sol nascente no horizonte. Vislumbro a viagem.

Corre que os tickets do metrò já encerraram a espera.

Um dia ir, e viver, mais e mais, o calor do seu olhar, no brilho do chão encerado,

Nem esmorece.

Volte, volta, venha me ver, uma vez mais,

Deitada em seu colo acalentada.

Diana Balis, Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2017.

Foto do site> Clarice Lispector no Leme, Rio de Janeiro. https://www.segueviagem.com.br/ponto-turistico/estatua-de-clarice-lispector/



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Findos Dias, homenagem ao amigo escritor Estebanez.
29Dez2017 08:10:17
Publicado por:

sonetista.png
 
(Afonso Estebanez Stael, nasceu em Cantagalo,
RJ dia 30/10/1943, faleceu em 12/12/2017)

Findos Dias

Semana passada comemorei os mortos,

Hoje comemoro os mortos, todos os dias morremos um pouco.

Aprendi em Porto Seguro, na Bahia, a tomar cachaça e comemorar os mortos...

Esse texto não é apologia aos mortos, mas há vida!

Cada dia, um signo, um sinal, um indo...

Aprenda a ler os sinais de fumaça, fogo e destino.

Contente-se com a sua existência terrena e efêmera.

Não saberemos os segundos, quem dirá, minutos!

Saudade.
 
 
Tantas de tantos amigos, amados, parentes, todos se foram...

Talvez um por semana, um por dia...em um minuto.

Acolho o presente, novos horizontes e amigos, sensível passagem...

Da vida efêmera, pretendo mais que a saudade.

Alegrias, comemorações e lutas!beija-flores_1.jpg

Ainda que seja tarde!

Diana Balis, Rio de Janeiro, 11 de setembro de 2016.

(Texto antigo e guardado nas gavetas, hoje arrumo, tempos de férias. Dedico o texto em  homenagem a Afonso Estebanez, amigo, escritor, grande sonetista, na foto acima, fez a passagem e até!)


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