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Caridade
05Ago2018 12:43:27
Publicado por: Diana Balis

maxresdefault.jpgfome.jpgColhe lágrimas e anseios 

Vestimentas da esperança, 

Córregos e desertos de vida. 


Desistir de sofrimentos e arreios 

Fome, dor e vingança, 

Suave no convívio da lida. 

Breve a passagem de apelos 

Desterro e isolamento. 

Versos livres no acolhimento, 

Cometa a imprudência dos pesadelos. 

Ame o encarniçado e o proteja de flagelos.

 

Rio de Janeiro, 5 de agosto de 2018, Diana Balis



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Grave e Agudo Poesias de amor Diana Balis
02Ago2018 15:40:14
Publicado por: Diana Balis

 Google_Grave_e_Agudo_Poesias_de_Amor.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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“Grave & Agudo.Poesias de Amor”. Na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
16Jul2018 14:32:08
Publicado por: (......)

DSC_3811_1.JPG Livro mostra a ambiguidade entre amor e desamor

Poesia provocativa de Gisele Lemos mostra os dois lados do sentimento

 

A crença no amor, que cria atitudes em prol da vida humana e da natureza, e a solidão provocativa do amor. É por esse caminho que a poeta Gisele Lemos, depseudônimo Diana Balis, deseja que o leitor atravesse em seu novo livro: “Grave & Agudo. Poesias de Amor”. O lançamento será no dia 11 de agosto, na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

 

Segundo Gisele, (foto de Vanessa Angelo) a intenção é criar diversos tipos de sensações, inclusive de desconforto. Para ela, o “amor é como dar linha na pipa, você solta e o deixa livre, à espreita da liberdade, do voo e do reencontro”. A escritora diz que a obra também serve como um grito de luta para quem precisa reagir a sentimentos não correspondidos.

 

- Vivi o amor platônico através da solidão de um quarto fechado. Foi quando me vi diante da crise de sentimentos, a ambiguidade e sobrevivi por amor à vida. Aprendi que o amor abre portas, mas bloqueia a pessoa quando se cala. Por isso, precisamos aprender a reagir ao desamor - desabafa.  

 

O livro recebe influências de autores consagrados como Gabriel García Márquez, Clarice Lispector e Carlos Drummond de Andrade. Para Gisele, esses escritores são grandes mestres em apresentar “retalhos” de sentimentos em suas obras, seja por meio de poemas ou da história de seus personagens. “O Amor nunca perde a vez. É um jogo que nem sempre se ganha, mas está sempre na moda”. 

 

Sobre a autora

Gisele Lemos é psicóloga, poeta, diretora do Conto & Cena e Editora da Poesia Revista. É ainda membro da Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro (APPERJ), das Academias Literária Internacional (ALPAS 21),  de Letras e Artes Buziana  (ALAB), de Letras e Artes de Fortaleza e da Academia Virtual dos Poetas de Língua Portuguesa.

 

Participa de 15 Coletâneas nacionais e internacionais como escritora.  Publicou os livros “O signo do amor”, “Cometa” (Livro CD gravado em áudio), “Verdes e Perfeitos amores” e “Se par ação de Mer cú rio”.

 
Ficha técnica

“Grave & Agudo. Poesias de Amor”

Perse Editora.

Categoria: Poesia Contemporânea Brasileira. 
Páginas: 74 
Participações : 
Diana Balis Autora 
Rui de Carvalho Diagramação 
Maximiliano Sanz Balsells 
Colaborador 

Prefácio: Alexandra Vieira de Almeida

Jornalista Tiberius Drumond Assessor de Imprensa t@drumond.info



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Estações de amor
15Jun2018 12:36:32
Publicado por: Diana Balis

Love.jpggustavklimt.jpgEstações de amor 
Leio páginas inteiras em versos ocultos. 
Entrelinhas de eterno esboço de amor. 
Calmarias entre tempestades e pensamentos. 
Alheia ao colo de arreios e palpitações. 
Cavalgo suas entranhas com desejo. 
Desperto as estações e leitos dormentes. 
Esperança calada e investigativa, 
Repleta de sentimentos em atitudes e desvario. 
Cometo todas as injúrias em prol desse apego. 
Amor sem medo de frio, 
Congela as cenas desfolhadas. 

Rio de Janeiro, 15 de junho de 2018, Diana Balis, Imagem de Gustav Klimt



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Clamas!
05Jun2018 11:03:28
Publicado por: Diana Balis
6183693167_9c7589ddcc_z.jpgAfeto, esperança, interferência, oferece urgências.
Bamboleia cantigas, deduz eficiente fecunda grandiloquência
Homem imagina justiça kit: liberdade maliciosa.
Nauseabundo oprime pedinte que eclode sussurros.
Resgada, súplica, transparência, uníssono vernáculo.
Wi-fi xibaia yuppie zabumba.

Clamas!

 
Diana Balis. Rio de Janeiro, 5 de junho de 2018. 

Palavra
22Mai2018 11:06:08
Publicado por: Diana Balis

download_3.jpgPalavra32475098212_25592294f5_b.jpg

Lavra o verbo que adormeço 
No encanto de pensamentos
Crio rotinas imagináveis em livros absolutos
Caem os flocos de neve e meus pés dissimulam
Pensa grande
Pesa enorme
Como árvores frondosas das florestas desarmadas
Flym como monte
Sustenta seu gado 
Pastoreie campos e semeie girassóis.
Pensa na lua, que é récita ao tempo.
Espaço só conhece na Terra.
Vamos viver o futuro!
Escalavra e acorda.
Rio de Janeiro, 22 de maio de 2018, Diana Balis.

Liberdade
21Mai2018 09:55:24
Publicado por: Diana Balis

FailingMemories_Spencelayh.jpgSer livre

Ontológico, reflexivo, contingente de ser humano, silogismo final, ser nascido e livre.
 
 
 
Ser Livre
 
Vi  ler ser
Ser,  Li, ver
Se live
Se livre,
Ver, li, se...
Velhice.

Rio de Janeiro, 21de maio de 2018,
Diana Balis
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pintor inglês, Charles Spencelayh (1865 a 1958)
 
 


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