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Ode a trivialidade
30Set2017 02:00:39
Publicado por: Diana Balis

20170929_182925.jpgOde a trivialidade 

Diana Balis

Senti no trovão do dia a rivalidade

Medo que evade a Cidade de reféns.

No horizonte desapego do fim, nego acuidade.

Rio que transborda detritos,

Seremos a esperança de Paz e absténs?

Poeta encanta ou resmunga solidário.

Amo e recebo sucatas de corruptos,

Curas obsoletas de inaptos.

Voa o poeta arredio,

Mundo cruel no crivo de expertise.

Finca a bandeira Brasileira na catálise,

É tarde!

 

Evento da APPERJ, hoje, Fundaçao da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. 

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